RFID

RFID significa Radio Frequency Identification. Na prática, traduz-se por um sistema em que um chip e uma antena asseguram a base para sistemas de identificação num universo cada vez maior de aplicações.

Numa versão simples, um chip tem um número que o identifica, que é emitido quando este passa junto de uma antena. Produziu-se um registo de identificação, que pode agora ser guardado numa base de dados.

A partir daqui, tudo é possível. Depende sobretudo do formato do chip, para que este possa ser aplicado nos mais variados items a identificar: um componente, uma caixa numa linha de produção, uma peça de roupa numa loja, um contentor num porto, um camião de distribuição... ou uma bracelete que lhe assegura a entrada no Country Club.

Relativamente a tecnologias com aplicação similar, como a de código de barras, a RFID apresenta vantagens significativas, na medida em que o posicionamento do leitor não necessita ser muito preciso, nem muito próximo. Os sistemas de maior alcance atingem facilmente 5m, possibilitando a construção de sistemas altamente flexíveis.

Agora que a procura começou a possibilitar à indústria economias de escala significativas, esta tecnologia passou a estar ao alcance de empresas e organizações de qualquer dimensão. Os próximos anos testemunharão uma verdadeira revolução na forma como humanos e equipamentos se relacionarão com os sistemas de informação, graças aos sistemas RFID.

Já imaginou uma empresa onde o inventário é automático, e onde pode saber instantaneamente a localização dos bens? E um condomínio fechado onde tudo é utilizado sem dinheiro, do café ao aluguer do saco de golfe? E uma fábrica de produtos alimentares, onde, do primeiro ao último processo de fabrico, não exista intervenção humana? Ou uma mina onde possamos saber a cada momento quantos funcionários ainda se encontram no seu interior, e quem são? Estas são apenas algumas das utilizações desta espantosa tecnologia.

Para mais informações, consulte o nosso documento sobre RFID.